onde tudo reside
onde não falta nada
eu sou abrigo do desamor
do desalmado
do dissabor
eu guardo em mim
mágoas
flutuantes
d'água rasa
mergulha em mim
finitos
fins
aflitos
transbordo rios
à bordo
risos
às margens
braços
o infinito fez do meu peito morada
em mim reside tudo
em mim não falta nada
Nenhum comentário:
Postar um comentário