Lá faz tempo.
Às vezes tempo preto,
às vezes tempo cinza.
Volta e meia faz arco íris.
Terezinha grita:
Sai do tempo, menina.
Luíza saía.
Agora não mais.
Agora ela se suja na lama, que é sua.
Ela bebe da água, que é sua.
Agora ela chove,
faz chover.
Ela é chuva,
faz molhar.
Ela solve,
se dissolve.
Faz sol.
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